Você é Financeiramente Infiel no Seu Relacionamento?

6 abr
infidelidade financeira entre casais

Neste artigo vamos falar sobre infidelidade financeira! Será que você é adepto(a) dessa prática e não sabe? Acredite ou não, não é o fim do amor, a rotina ou as brigas são os principais motivos para o alto número de divórcios que temos todos os anos no Brasil e no mundo.

De acordo com os principais levantamentos sérios sobre o assunto, na verdade, são os problemas relacionados ao dinheiro que levam a maioria dos casamentos a terminar. E um dos grandes pontos que colaboram para isso é a infidelidade financeira, que, em alguns casos, está tão enraizada em nossa cultura que muitas vezes acaba nem sendo considerada pelo praticante como uma traição ou desrespeito ao compromisso de fidelidade do casal.

Veja se você se identifica com esse exemplo: passeando no shopping, você se depara com alguma roupa ou produto que te atrai, resolve comprá-lo e, ao chegar à sua casa, no intuito de evitar brigas ou qualquer estresse com o(a) companheiro(a), opta por mentir a respeito da compra. É comum, por exemplo, esconder a compra recente ou inventar histórias do tipo: “Comprei no ano passado, mas resolvi estrear agora”, “ganhei de uma amiga” ou “estava em liquidação”.

Mas, por mais que a ideia seja evitar conflitos, sempre ruins para um relacionamento, quando a infidelidade financeira se torna um hábito, tanto a relação quanto as finanças podem se ver sob ameaça quando o problema vem à tona.

casal infiel financeiramente
Casamento e a Infidelidade Financeira

A infidelidade financeira não acontece apenas nas mentiras relacionadas ao mau consumo do dia a dia. Pense na gravidade que é esconder da sua família que você está com dificuldades no trabalho, com queda nos rendimentos ou mesmo com o emprego ameaçado. Quando omitimos informações essenciais como essas, acabamos ameaçando a própria estabilidade da família, já que os planos familiares dependem essencialmente delas. Compartilhar essas informações é imprescindível para ajustarmos gastos para períodos de dificuldades e conseguirmos apoio para atravessar a difícil fase, um dos detalhes mais importantes nessas horas.

Caso contrário, o problema financeiro pode se transformar em problema afetivo, que pode prejudicar ainda mais o relacionamento. Claro que todos desejamos liberdade e independência, mesmo no nosso casamento! Afinal, ainda somos indivíduos com gostos e sonhos próprios. Mas, quando a liberdade individual coloca em risco planos e compromissos assumidos pelo casal, ela acaba sendo tão grave quanto qualquer outro tipo de traição para minar seu relacionamento. Por isso, converse mais sobre dinheiro, deixe claro os seus gastos e compartilhe planos e sonhos.

Você perceberá que ao fazer isso, mudará completamente o seu casamento e, consequentemente, toda a sua qualidade de consumo. E o mais importante, harmonia e um casamento de sucesso entre você e o seu cônjuge.

E você? Já praticou infidelidade financeira mesmo sem ter consciência disso? Compartilhe sua experiência nos comentários desta página.

Compras Online Seguras – Veja como Proceder na Hora de Comprar

4 abr

segurança nas compras pela internet

Nos dias atuais é muito comum realizar compras pela internet. Poupar tempo e muitas vezes economizar dinheiro são os maiores atrativos quando o assunto é compras. Eis algumas dicas de fazer uma compra com sucesso.

Pesquisar os preços dos produtos a serem adquiridos é o primeiro passo para iniciar. Existem muitos sites de comparação de preços que também indicam os sites onde encontrar os produtos. Ofertas muito baratas não são confiáveis, pois costumam ser golpistas ou produtos de má qualidade.

Com o site da loja virtual em mãos, agora o importante é verificar sempre a idoneidade dessa loja virtual. Sites de lojas virtuais com blindagem ou outro tipo de segurança que permite mais confiabilidade são os ideais. Dar sempre preferência a sites conhecidos também é muito importante.

Para saber a segurança e confiabilidade de um site, existem alguns procedimentos que podem ajudar:

  • Conferir se o site tem selos de segurança e se são cadastrados e reconhecidos nos órgãos principais que regem o comércio eletrônico no Brasil
  • Verificar o CNPJ da firma no site da Receita Federal,
  • Procurar em sites de reclamações se existem muitos clientes insatisfeitos com o serviço desse site,
  • Verificar se a firma tem algum contato on-line, atendimento ao cliente, telefones e endereços,
  • Confirmar se o endereço do site realmente corresponde ao site oficial,
  • Verificar se o site onde se quer fazer compras possui um cadeado no canto inferior direito do seu navegador, pois esse cadeado significa que os dados fornecidos serão criptografados antes de serem enviados, preservando assim sua segurança contra fraudes, pode ser reconhecido também pelo endereço, bastando conferir se está escrito “https://” ao invés de “http://”

Em sites de compras da China, os cuidados devem ser maiores, pois tem que se levar em consideração as taxas de importação que aumentam em 60% no valor final do produto caso sejam tarifados pela alfândega.

Todas as informações referentes à compra efetuada devem sem guardados. Salvar ou fazer a impressão dos valores pagos, protocolos, número de pedidos e todos os dados informados ou que comprovem a compra e as condições inclusive o nome do site onde foi efetuada a compra serão necessários para o acompanhamento e serão em algum momento solicitados e garantirão a segurança.

A nota fiscal de venda é indispensável também, pois comprova que não é um produto roubado, sendo essencial numa possível reclamação e dará o direito de acionar a garantia sobre o produto que vier com defeito e também a possibilidade de troca do mesmo.

Em sua grande maioria, os métodos mais utilizados para pagamento nas lojas virtuaisnacionais são os cartões de crédito e boletos bancários. Os cartões de crédito são os mais seguros, as próprias firmas mantenedoras dos cartões tem políticas de segurança bem confiáveis no caso de um eventual problema.

As formas de pagamento mais seguras nos sites chineses são o PayPal e os cartões de crédito internacionais. Transferências bancárias não são seguras a não ser que se tenha um representante no país para conferir se a mercadoria foi realmente enviada. Se o site não possuir essas opções de pagamento, escolha o envio por Sedex a cobrar onde se paga pelo produto ao receber nos correios.

Em lojas virtuais nacionais, o tempo de entrega é descrito no próprio site, em média de dois a sete dias após a confirmação do pagamento. Por isso é necessário ler os termos de compromisso, políticas de privacidade e contratos de cada loja. Em sites internacionais como os sites chineses o tempo de postagem do produto comprado pode levar ate sessenta dias. É importante também verificar se existem despesas extras como taxas ou fretes para evitar possíveis surpresas na hora de receber seu produto.

Enfim, se todas as recomendações foram seguidas e mesmo assim sua encomenda chegou errada, com defeito ou simplesmente não chegou e não foi devolvido o dinheiro, procure o PROCON para reclamações. Se mesmo assim não for resolvido, procure o Juizado de Pequenas Causas com toda a documentação da compra e abra um processo judicial. O Código de Defesa do Consumidor protege o reclamante, ou seja, quem tem que provar é o reclamado, no caso a loja virtual onde foi comprada a mercadoria.

Como Conseguir a Tão Sonhada Vaga do Primeiro Emprego

18 mar

como conseguir uma boa vaga de emprego

Concorrer a uma vaga no mercado de trabalho quando você já é um profissional com experiência já não é uma vantagem e tarefa fácil. No entanto, encarar este processo pela primeira vez, quando ainda não se tem uma bagagem profissional, pode ser ainda mais assustador, e este assunto tem tirado o sono da maioria dos jovens.

Segundo uma pesquisa que analisou mais de 5 mil jovens ibero-americanos para descobrir quais são suas maiores preocupações, o tema emprego tem tirado o sono de 38% deles. Outros temas como educação (23%), temas sociais (14%), corrupção (13%), política (9%) e terrorismo (3%), também foram mencionados pelos entrevistados.

Outra descoberta interessante mostrada pela pesquisa é que esses jovens não acreditam que os governos se importam com os temas mais importantes para eles (empregabilidade e educação) – apenas 10% dos entrevistados acham que seus governos prestam atenção nesses dois assuntos (5% para cada um deles). Quando questionados sobre o que mais valorizam em se tratando de empregabilidade, 40% apontam melhor remuneração e reconhecimento profissional seguidos de flexibilidade de horário e oportunidade de capacitação e/ou aprendizagem (28%) e clima organizacional (13%).

Diante deste cenário, o jovem deve se preparar para enfrentar um mercado de trabalho cada vez mais acirrado e ainda cheio de tabus, como a contratação de profissionais sem experiência.

O primeiro passo para se destacar é valorizar certos pontos no currículo e fazer uma boa apresentação pessoal. Despertar o interesse do recrutador é essencial para sair à frente dos demais em uma seleção de jovens aprendizes, por exemplo. Para compensar a falta de experiência, o jovem deve valorizar seu conhecimento acadêmico e experiências extracurriculares como cursos, idiomas e trabalhos voluntários.

Vamos Montar o Currículo?

Muitas dúvidas giram em torno da estrutura do currículo perfeito. Como destacar seus objetivos, formação acadêmica e aptidões da melhor forma para ‘encher os olhos’ do recrutador?

Segue um manual que vai lhe ajudar no passo a passo para elaborar um bom currículo. Confira!

1 – Apresentação do Currículo

Erros de português são inaceitáveis no currículo, portanto revise todo o documento com calma e se possível peça para outra pessoa revisar também. Escolha uma boa fonte (Arial ou Times New Roman), e tenha em mente que todas as informações devem ocupar um espaço de no máximo duas folhas.

2 – Dados pessoais

O início do currículo deve apresentar o profissional, com nome completo, idade, estado civil, endereço (sem CEP), cidade, região, telefone (celular, residencial ou para recados) e e-mail, mas atenção nessa parte, pois endereços eletrônicos com apelidos e nomes no diminutivo não devem ser colocados no currículo. O e-mail para contato profissional precisa ter somente o nome do candidato.

3 – Objetivo

Neste tópico, os profissionais precisam escrever de forma direta para que a empresa veja qual é a posição de interesse. É frequentemente usado quando o candidato vai enviar o currículo diretamente para o e-mail do recrutador, ou seja, ele já sabe o nome da vaga para qual está se candidatando. Jamais preencha esse campo com: A disposição da empresa. Currículos preenchidos assim são mal vistos pelos recrutadores, que entendem que o candidato aceita qualquer coisa.

4 – Resumo de qualificações

É importante aproveitar esse espaço para colocar informações positivas sobre sua carreira. O objetivo é chamar atenção para que o recrutador leia o currículo até o final. Tente pensar quais habilidades, conhecimentos e experiências você possui e que seriam positivos para a posição e a empresa. A partir dessa resposta, é possível selecionar o que será colocado no resumo.

5 – Formação acadêmica

O candidato deve colocar o último grau de escolaridade que possui, ou seja, quem não tem nível superior deve citar o nível médio, e assim por diante. Profissionais com MBA, pós-graduação ou curso técnico devem mencioná-los. A descrição deve ter o nome da instituição, curso e ano ou previsão de término.

6 – Experiências profissionais

Candidatos sem experiências podem citar eventuais trabalhos em empresas júniores ou centros acadêmicos da faculdade, colocando as atribuições e responsabilidades que tinha.

7 – Cursos complementares

Cursos extracurriculares ou de curta duração e workshops podem ser informados. É importante mencionar o nome da instituição, mês e ano de início e término e carga horária.

8 – Idiomas

O candidato precisa ser honesto e indicar seu real conhecimento do idioma, já que o recrutador poderá testá-lo durante a entrevista. A fluência pode ser categorizada como: básico, intermediário, avançado e fluente.

9 – Outras informações

Neste campo, o candidato você pode informar experiências internacionais e trabalhos voluntários. Atividades feitas fora do horário de trabalho podem ser citadas, desde que tenham relação com o emprego ou destaquem as qualidades do profissional.

10 – O que não colocar

  • Foto (Só deve ser enviada quando empregador solicitar)
  • Número de documentos
  • Título “currículo vitae” ou “currículo”
  • Pronomes pessoais (Ao invés de colocar “eu desenvolvi um projeto” substitua por “desenvolvimento de projeto”)
  • Informações negativas (Profissionais que não possuem algum tipo de conhecimento não devem colocar essa informação. A melhor opção é não informar nada)
  • Nome de pais, marido ou esposa e filhos
  • Referências pessoais (Contatos de pessoas que podem falar sobre o profissional não devem ser indicados)
  • Motivo de saída de empregos anteriores
  • Pretensão salarial
  • Cartas de referência
  • Certificados de cursos realizados
  • Data e assinatura

Aplicativos de Celular Começam a Substituir o Uso do Cartão de Crédito

2 mar

Pagamentos feitos por dispositivos móveis dão os primeiros passos no Brasil e prometem aposentar em breve outras formas de quitar as contas.

O smartphone se tornou tão vital ao cidadão moderno quanto a carteira e a chave de casa. E, aos poucos, transforma em dispensável pelo menos um desses outros itens. Se o uso de aplicativos para trancar e destrancar a casa à distância ainda é incipiente, a adaptação de celulares como cartões de crédito ou extensões dos bancos já está disponível.

No Brasil, o chamado mobile payment (pagamento móvel), ou simplesmente M-Payment, o pagamento feito por dispositivos como smartphones e tablets, dá os primeiros passos. O mais comum é o uso de aplicativos capazes de fazer leitura de código de barras em boletos e providenciar o pagamento — dispensando a amargura de digitar número a número. Outra opção cada vez mais usada são apps de lojas para encomendar eletrônicos e roupas. Conforme pesquisa da E-bit, a participação dos dispositivos móveis nas compras online quase dobrou em 2013, passando de 2,5% para 4,8% do total.

Há fatores que aceleram este movimento, como a venda de 36 milhões de smartphones no ano passado (alta de 123% sobre 2012), que amplia a base de usuários, e o movimento de varejistas para lançar aplicativos para dispositivos móveis — avalia Alexandre Campos Silva, diretor de consultoria da IDC Brasil. Bancos e operadoras apressam o desenvolvimento de canais para pagamento móvel conforme potenciais usuários se multiplicam pelo ambiente virtual. Surgem no mercado serviços que permitem deixar o cartão de crédito em casa e usar apenas o smartphone para ir às compras. Funciona assim: na hora de acertar a conta, o cliente recebe um torpedo em seu celular e digita a senha para autorizar o pagamento, registrado em um cartão previamente cadastrado. A opção permite, por exemplo, que o usuário faça um pedido de telentrega e autorize o pagamento quando receber a encomenda em qualquer lugar.

Num futuro próximo, as atividades do dia a dia das pessoas, o que inclui os hábitos de pagamento, irão convergir para o ambiente mobile — projeta Luiz Henrique Didier Junior, diretor de Canais e Inovação da Cielo, que desenvolve programas de pagamento móvel.

Já Existem Regras Para Operações Sem Banco

Conforme as facilidades começam a brotar no comércio brasileiro, o cenário de normas se redesenha. Em novembro do ano passado, o Banco Central e o Conselho Monetário Nacional editaram regras para transações e pagamentos sem a intermediação de instituições financeiras.Na prática, se abriu espaço para a implantação de tecnologias que podem facilitar o pagamento móvel, como transferências financeiras entre telefones móveis e opções ligadas ao Near Field Communication (NFC, ou comunicação em área próxima) — já comuns em países desenvolvidos, em que consumidores pagam as compras aproximando o smartphone de uma máquina para capturar transações.

Quando desembarcarem no Brasil, tecnologias como essas deixarão eufóricos usuários como Darcy Buss Neto, 25 anos, especialista em informática. Graças ao smartphone, Darcy passou a dispensar a ida ao banco para pagar contas e fazer transferências, e reduziu consideravelmente as visitas aos shoppings: compra eletrônicos e itens de informática em aplicativos das lojas.

Tecnologias como o NFC agilizam filas, dispensam a necessidade de se carregar cartões de crédito e poupam tempo valioso na hora da compra. São funções que só vêm ajudar — afirma.

Números:

A venda de smartphones no Brasil em 2013 cresceu 123% em relação a 2012

A participação dos dispositivos móveis nas compras online no ano passado passou de 2,5% para 4,8% do total, segundo pesquisa da E-bit

E a Segurança? É Prudente Usar Pagamento Móvel?

Segundo especialistas e desenvolvedores, a segurança é a mesma de fazer transações pela internet. Como nos celulares a instalação de programas passa pelas lojas oficiais, a chance de ser atacado por um vírus é menor.

Em geral, os bancos e as administradoras de pagamento investem alto na segurança das operações, criando um sistema de criptografia e exigindo senhas para cada operação. Isso reduz o risco de uma cobrança ser feita duas vezes ou a operação não ser concluída, por exemplo.

Para alguns especialistas, é mais arriscado carregar um cartão de crédito na carteira, que pode ser roubado e expor as informações do cliente.

Como se Proteger?

Como o smartphone pode concentrar informações de vários cartões de crédito, é importante ativar a função de senha na tela de acesso.

Exija sempre o comprovante da transação nas lojas ou junto ao prestador do serviço — seja impresso, seja por e-mail.

Fique atento às regras básicas de senha: evite usar números sequenciais e datas de aniversário, por exemplo. Também é recomendada a troca da senha com frequência.

Se perder ou tiver roubado o celular, avise imediatamente a operadora de cartão e peça para bloqueá-lo.